Conjuração Baiana
http://www.historiadobrasil.net/conjuracao_baiana.htm
http://www.sohistoria.com.br/ef2/conjuracao/
http://www.historia-bahia.com/conjuracao.htm
http://www.todamateria.com.br/conjuracao-baiana/
http://www.mundoeducacao.com/historiadobrasil/a-conjuracao-baiana.htm
Conjuração Mineira
http://www.historiadobrasil.net/resumos/conjuracao_mineira.htm
http://www.sohistoria.com.br/ef2/inconfidencia/
http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/conj_mineira.html
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40141989000200002
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/pergunte-professor/historia-conjuracao-baiana-mineira-752320.shtml
segunda-feira, 23 de março de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
REVOLTAS NO PERÍODO REPUBLICANO
|
Resumo Sobre A Revolta Da Vacina,
![]()
Bonde virado por populares durante a Revolta da Vacina
|
O que foi
A Revolta da Vacina foi uma revolta
popular ocorrida na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 10 e 16 de novembro
de 1904. Ocorreram vários conflitos urbanos violentos entre populares e forças
do governo (policiais e militares).
Causas principais
- A principal causa foi a campanha de
vacinação obrigatória contra a varíola, realizada pelo governo brasileiro e
comandada pelo médico sanitarista Dr. Oswaldo Cruz. A grande maioria da
população, formada por pessoas pobres e desinformadas, não conheciam o
funcionamento de uma vacina e seus efeitos positivos. Logo, não queriam tomar a
vacina.
- O clima de descontentamento popular
com outras medidas tomadas pelo governo federal, que afetaram principalmente as
pessoas mais pobres. Entre estas medidas, podemos destacar a reforma urbana da
cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil), que desalojou milhares de
pessoas para que cortiços e habitações populares fossem colocados abaixo para a
construção de avenidas, jardins e edifícios mais modernos.
O que aconteceu
durante a revolta
- Muitas pessoas se negavam a
receber a visita dos agentes públicos que deviam aplicar a vacina, reagindo,
muitas vezes, com violência.
- Prédios públicos e lojas foram
atacados e depredados;
- Trilhos foram retirados e bondes
(principal sistema de transporte da época) foram virados.
Reação do governo e
consequências
- O governo federal suspendeu
temporariamente a vacinação obrigatória.
- O governo federal decretou estado
de sítio na cidade (suspensão temporária de direitos e garantias
constitucionais).
- Com força policial, a revolta foi
controlada com várias pessoas presas e deportadas para o estado do Acre. Houve
também cerca de 30 mortes e 100 feridos durante os conflitos entre populares e
forças do governo.
- Controlada a situação, a campanha
de vacinação obrigatória teve prosseguimento. Em pouco tempo, a epidemia de
varíola foi erradicada da cidade do Rio de Janeiro.
Revolta
da Chibata
A Revolta
da Chibata ocorreu
durante o governo de Hermes da Fonseca, em 1910. Foi um levante de cunho
social, realizado em subdivisões da Marinha, sediadas no Rio de Janeiro. O
objetivo era por fim às punições físicas a que eram submetidos os marinheiros,
como as chicotadas, o uso da santa-luzia e o aprisionamento em celas destinadas
ao isolamento. Os marinheiros requeriam também uma alimentação mais saudável e
que fosse colocada em prática a lei de reajuste de seus honorários, já votada
pelo Congresso. De todos os pedidos requeridos, o que mais afligia os marujos
eram os constantes castigos a que eram sujeitos. Esta situação revoltou os
marinheiros, que eram obrigados, por seus comandantes, a assistir a todas as
punições aplicadas, para que elas servissem de exemplo. Os soldados se juntavam
e ao estampido de tambores traziam o rebelado, despido na parte de cima e com
as mãos atadas, iniciando o castigo.
A
sublevação deu-se quando um marinheiro de nome Marcelino Rodrigues levou 250
chicotadas por ter machucado um companheiro da Marinha no interior do navio de
guerra denominado Minas Gerais, que se encontrava a caminho do Rio de Janeiro.
Os rebelados assassinaram o capitão do navio e mais três militares. Enquanto
isso, na Baía de Guanabara, os insurgentes conseguiram a adesão dos marujos da
nau São Paulo.
O
condutor da insurreição, João Cândido - o célebre Almirante Negro –, foi o
responsável por escrever a missiva com as solicitações exigidas para o fim da
revolta.
O
presidente Hermes da Fonseca percebeu que não se tratava de um blefe e decidiu
ceder diante do ultimato dos insurgentes. Os marinheiros confiaram no
presidente, entregaram as armas e os navios rebelados, mas com o término do
conflito o governante não cumpriu com a sua palavra e baniu alguns marinheiros
que haviam feito parte do motim. Os marinheiros não se omitiram diante deste
fato, estourando outro levante na Ilha das Cobras, o qual foi severamente
abafado pelas tropas do governo. Muitos marujos morreram, outros tantos foram
banidos da Marinha. Quanto a João Cândido, foi aprisionado e atirado em um
calabouço na Ilha das Cobras. Quando se livrou da prisão, encontrava-se
emocionalmente amargurado, considerado até mesmo meio alucinado. Em 1912 ele
foi julgado e considerado inocente. Historicamente ficou conhecido como o
Almirante Negro, aquele que aboliu o uso da chibata na Marinha brasileira.
Guerra
de Canudos
O
cenário era a Bahia do século XIX, quem governava o Brasil era Prudente de Morais. O Nordeste brasileiro serviu de palco para que ocorresse uma
das mais significativas revoltas sociais da primeira República.
A
rebelião conhecida como Guerra de Canudos deu-se em virtude da situação precária
em que vivia a população, sem terra e obrigada a se submeter aos arroubos dos
coronéis. As terras pertenciam aos grandes proprietários rurais – os conhecidos
coronéis – que as transformaram em territórios improdutivos. Essa situação
revoltou os sertanejos, que se uniram em torno deAntônio Conselheiro, o qual
pregava ser um emissário de Deus vindo para abolir as desigualdades sociais e as perversidades da República, como
a exigência de se pagar impostos, por exemplo.
Os
moradores do arraial acreditavam ser ele um divino mestre, que já praticara até
milagres. Antônio Conselheiro fundou o vilarejo denominado Canudos e os sertanejos e suas famílias para
lá passaram a migrar. Vários fatores contribuíram para o desenvolvimento de
Canudos. O clima seco castigava severamente a região, danificando o plantio de
alimentos, secando os diques e matando os animais que não resistiam à falta de
água. Os sertanejos também tentavam sobreviver, mas a cada ano milhares morriam
de fome e sede. A maneira tão desumana de viver estimulava o surgimento de
desordens e agitações sociais, transformando os camponeses em malfeitores que
andavam em bandos pelos sertões do Nordeste, fortemente armados,
apavorando as populações locais e invadindo as propriedades dos coronéis.
Antônio
Conselheiro, entre outros devotos, propagava a salvação da alma e o povo tinha
fé que seu messias os ajudariam a sair daquela situação precária. A igreja
começou a perder seus fiéis para um falso religioso, na concepção do governo, e
assim ele passou a ser malquisto pela Igreja. No ano de 1896, o arraial contava
com mais ou menos 20 mil sertanejos que repartiam tudo entre si, negociando o
excesso com as cidades vizinhas, adquirindo assim os bens e produtos que não
eram gerados no local.
Mulheres e crianças:
prisioneiros da Guerra de Canudos
Os
habitantes de Canudos precisavam se resguardar e decidiram então organizar
milícias armadas, pois era de se esperar uma reação contrária da parte dos
coronéis e da Igreja Católica. Enquanto a igreja perdia seus fiéis, os coronéis
sentiam-se prejudicados com o constante deslocamento de mão-de-obra para
Canudos, que prosperava a olhos vistos. A população abandonou a sociedade
republicana convencional, que até então só a alimentara de falsas promessas, e
partiu para na direção da nova sociedade que despontava. Mesmo sem nenhuma garantia,
pois não havia falsas promessas, o que era mais honesto. Os padres e coronéis
coagiram o governador da Bahia a tomar providências urgentes, eles queriam que
o governo desse fim a Canudos. Os jornalistas e intelectuais também eram contra
os moradores do arraial, pois entendiam que os mesmos desejavam a volta da
monarquia, algo totalmente fora de propósito.
A Destruição de Canudos
Foram
instituídas três empreitadas militares, que foram vencidas pelos seguidores de
Antônio Conselheiro. Em virtude de tamanha dificuldade, o Governo Federal
assumiu o comando. A quarta expedição foi organizada pelo então ministro da
Guerra, Carlos Bittencourt,
o qual recrutou cerca de 10 mil homens que, comandados pelo general Artur
Costa, apoderaram-se de Canudos e promoveram um terrível
massacre, no qual muita gente inocente morreu, principalmente idosos e
crianças, que só buscavam uma melhor qualidade de vida. A Comunidade
de Canudos foi
arrasada no dia 05 de outubro de 1897, entrando para a história como o palco do
mais intenso massacre já presenciado na história.
Guerra
do Contestado
Conflito
que surgiu entre 1912 e 1916, em uma área povoada por sertanejos, entre as
fronteiras do Paraná e Santa Catarina. Eram pessoas muito pobres, oprimidas,
que não possuíam terras e também padeciam com a escassez de alimentos. Subsistiam
sob a opressão dos grandes fazendeiros e de duas empreendedoras americanas que
operavam ali – a Brazil Railway,
responsável pela implantação da via ferroviária que uniu o Rio Grande a São
Paulo, e uma madeireira.
A Brazil
Railway obteve do governo, como forma de remuneração pelos serviços prestados,
o equivalente a 15 mil metros de terras, uma em cada margem da estrada de
ferro, as quais tinham que ser obrigatoriamente povoadas por estrangeiros.
Porém, o que a Brazil Railway mais queria era tirar proveito da riqueza da
floresta nativa ali existente, que ostentava sua erva-mate, seus pinheiros e imbuias. As
empresas empregaram os imigrantes nos trabalhos com a estrada de ferro e na
exploração de madeira. Deram início então à retirada forçada dos nativos, que
ocupavam ilegalmente um pedaço de terra, na qual trabalhavam para que se
tornasse fértil.

Essa
atitude revoltou os sertanejos e foi o estopim para o conflito, que se destacou
por sua característica sócio-política. A Guerra do Contestado colocou os nativos contra o governo,
as multinacionais e as oligarquias. Os sertanejos encontraram o apoio
que precisavam nos monges – religiosos que peregrinavam pelo sertão pregando a
palavra de Deus –, figuras muito respeitadas por esse povo. No ano de 1912, um
monge, conhecido como José Maria (foto), une-se aos sertanejos
revoltados, institui vários povoados com autoridade própria e igualdade social,
ignorando a partir de então qualquer mandado vindo da parte de alguma
autoridade da República Velha. Esses povoados ficaram
conhecidos como Contestado e o conflito ganhou feição messiânica,
sendo conhecido também como Guerra Santa. José Maria
era estimado pelos seus seguidores - pessoas socialmente desprovidas de tudo -
como uma alma boa que surgira para restabelecer a saúde dos adoentados e
desprovidos. O costume do monge, de anotar as qualidades curativas das plantas
que achava nas redondezas, o ajudou a construir no lote de um dos
administradores uma botica, para melhorar a assistência de quem o procurasse.
O
governo federal não viu com bons olhos o trabalho de José Maria, que passou a
representar um risco para a ordem e segurança da região. Ele e seus seguidores
foram severamente reprimidos pelas multinacionais e pela guarda armada do
governo federal. Eles pretendiam dar fim aos povoados sertanejos e obrigá-los a
sair por bem ou por mal dos territórios dos quais haviam tomado posse. No mês
de novembro de 1912 ocorreu a batalha de Irani, o qual marcou este conflito e
desencadeou na morte do monge José Maria. Os sertanejos, inconformados com a
morte de seu líder, partem para o extremo, dando início a uma guerra civil.
Novas sedes foram constituídas por seus sectários, que até este momento não
pensavam em se render, mas sim em continuar lutando, desgostando o governo
federal que, ávido por acabar definitivamente com esta guerra, resolve usar
todo seu poderio militar e abater as últimas fortificações resistentes,
utilizando para este fim um grande contingente de soldados equipados com fuzis,
canhões, metralhadoras e aviões, nunca antes usados em uma ação bélica desta
magnitude.
A Guerra
do Contestado acabou com a capitulação dos revoltosos e muitas mortes, pois os
mesmos resistiram bravamente antes de se dar por vencidos.

Bandeira do Contestado:
Cruz verde em fundo branco

Bandeira do Contestado:
Cruz verde em fundo branco
terça-feira, 11 de novembro de 2014
ASTECAS, INCAS E MAIAS
ASTECAS
http://www.sohistoria.com.br/ef2/astecas/
http://www.brasilescola.com/historia-da-america/astecas3.htm
http://www.historiadomundo.com.br/asteca/
INCAS
http://www.estudopratico.com.br/cultura-inca-religiao-arte-e-arquitetura-desse-povo/
http://www.historiadomundo.com.br/inca/
http://discoverybrasil.uol.com.br/guia_inca/inca_civilizacao/index.shtml
MAIAS
http://www.historiadomundo.com.br/maia/
http://www.sohistoria.com.br/ef2/maias/
http://discoverybrasil.uol.com.br/guia_maia/index.shtml
http://www.sohistoria.com.br/ef2/astecas/
http://www.brasilescola.com/historia-da-america/astecas3.htm
http://www.historiadomundo.com.br/asteca/
INCAS
http://www.estudopratico.com.br/cultura-inca-religiao-arte-e-arquitetura-desse-povo/
http://www.historiadomundo.com.br/inca/
http://discoverybrasil.uol.com.br/guia_inca/inca_civilizacao/index.shtml
MAIAS
http://www.historiadomundo.com.br/maia/
http://www.sohistoria.com.br/ef2/maias/
http://discoverybrasil.uol.com.br/guia_maia/index.shtml
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Renascimento Cultural
RENASCIMENTO CULTURAL
-
04/06/2008 às 10h38m
Redação Mundo Vestibular
O Renascimento
foi um movimento histórico ocorrido inicialmente na Itália e difundido
pela Europa entre os séculos XV e XVI. Foi caracterizado pela crítica
aos valores medievais e pela revalorização dos valores da Antigüidade
Clássica ( greco-romana ).
Foi na
cidade de Florença que os textos clássicos passaram a ser estudados e as
idéias renascentistas difundiram-se para outras cidades italianas e ,
posteriormente, para outras regiões da Europa.
Itália no século XV
O berço do
Renascimento foi a Itália em virtude de uma série de fatores: -Intenso
desenvolvimento comercial das cidades italianas que exerciam o monopólio
sobre o comércio no mar Mediterrâneo;-Desenvolvimento e ascensão de uma nova classe social -a burguesia comercial - que passava a difundir novos hábitos de consumo;
-O urbanismo e a disseminação do luxo e da opulência; -Influência da cultura grega, através do contato comercial das cidades italianas com o Oriente, especialmente Constantinopla;
-O Mecenato, prática exercida pelos burgueses, príncipes e papas, de financiar os artistas, procurando mostrar o poderio da cidade e ampliar o prestígio pessoal;
-A vinda de sábios bizantinos para a Itália após a conquista de Constantinopla pelos turcos Otomanos; -A presença, em solo italiano, da antigüidade clássica.
-O urbanismo e a disseminação do luxo e da opulência; -Influência da cultura grega, através do contato comercial das cidades italianas com o Oriente, especialmente Constantinopla;
-O Mecenato, prática exercida pelos burgueses, príncipes e papas, de financiar os artistas, procurando mostrar o poderio da cidade e ampliar o prestígio pessoal;
-A vinda de sábios bizantinos para a Itália após a conquista de Constantinopla pelos turcos Otomanos; -A presença, em solo italiano, da antigüidade clássica.
Aspectos da Renascença.
Os
homens que viviam sob a Renascença criticavam a cultura medieval,
excessivamente teocêntrica, e defendiam uma nova ordem de valores.
Os principais aspectos do Renascimento foram:a) o racionalismo e o abandono do mundo sobrenatural;
b) o antropocentrismo, onde o homem é o centro de tudo;
c) o universalismo, caracterizado pela descoberta do mundo;
d) o naturalismo, acentuando o papel da natureza;
e) o individualismo, valorizando o talento e o trabalho;
f) o humanismo.
Humanista
era um sábio que criticava os valores medievais e defendia uma nova
ordem de idéias. Valorizava o progresso e buscava revolucionar o mundo
através da educação.
Foi o grande responsável pela divulgação dos valores renascentista pela Europa.
Outro elemento responsável pela expansão das novas idéias foi a imprensa de tipos móveis, inventada pelo alemão Johan Gutemberg, tornando mais fácil a reprodução de livros.
No Renascimento desenvolveram-se as artes plásticas, a literatura e os fundamentos da ciência moderna.
Foi o grande responsável pela divulgação dos valores renascentista pela Europa.
Outro elemento responsável pela expansão das novas idéias foi a imprensa de tipos móveis, inventada pelo alemão Johan Gutemberg, tornando mais fácil a reprodução de livros.
No Renascimento desenvolveram-se as artes plásticas, a literatura e os fundamentos da ciência moderna.
Artes Plásticas.
As
obras renascentistas são caracterizadas pelo naturalismo e retratam o
dinamismo comercial do período. Os estilos desenvolvidos levaram a uma
divisão da Renascença em três períodos: o Trecento (século XIV) , o
Quattrocento ( século XV ) e o Cinquecento ( século XVI).TRECENTO - destaque para a pintura de Giotto ( 1276/1336 ) que muito influenciou os demais pintores;
QUATROCENTO - período de atuação dos Médicis, que financiaram os artistas. Lourenço de Médici foi o grande mecenas da época.
Destaques para Botticelli ( 1444/1510 ) e Leonardo da Vinci (1452/1519).
CINQUECENTO - O grande mecenas do período foi o papa Júlio II que pretendia reforçar a grandiosidade e o poder de Roma. Iniciou as obras da nova basílica de São Pedro. O autor do projeto foi Bramante e a decoração à cargo de Rafael Sânzio e Michelângelo.
Michelângelo ( 1475/1564 ) apesar de destacar-se como o pintor da capela Sistina foi o grande escultor da Renascença.
Literatura
Graças à imprensa, os livros ficaram mais acessíveis, facilitando a divulgação de novas idéias.
PRECURSORES
Três grandes autores do século XIV:
Dante Alighieri (1265/1321),autor de A Divina Comédia, uma crítica à concepção religiosa; Francesco Petrarca, com a obra África e Giovanni Boccaccio que escreveu Decameron.
PRINCIPAIS NOMES
ITÁLIA
Maquiavel, fundador da ciência política com sua obra O Príncipe, cuja tese central considera que os fins justificam os meios. Contribuiu para o fortalecimento do poder real e lançou os fundamentos do Estado Moderno.
Campanella, que relatou a miséria italiana no livro A Cidade do Sol.
FRANÇA
Rabelais, que escreveu Gargântua e Pantagruel;
Montaigne, que foi o autor de Ensaios.
HOLANDA
Erasmo de Roterdan, considerado o "príncipe dos humanistas" que satirizou e criticou a sociedade da época. Sua obra-prima é O Elogio da Loucura ( 1569 ).
INGLATERRA
Thomas Morus, que escreveu Utopia e
Shakespeare, autor de magníficos textos teatrais.
ESPANHA
Miguel de Cervantes, com o clássico Dom Quixote de la Mancha.
PORTUGAL
Camões, que exaltou as viagens portuguesas na sua obra Os Lusíadas.
Ciência Moderna
O racionalismo contribuiu para a valorização da matemática, da experimentação e da observação sistemática da natureza. Tais procedimentos inauguraram a ciência moderna. Principais nomes:Nicolau Copérnico- demonstrou que o Sol era o centro do universo (heliocentrismo) em oposição ao geocentrismo ( a Terra como o centro).
Giordano Bruno -divulgou as idéias de Copérnico na Itália. Considerado herege foi queimado na fogueira em 1600.
Kepler -confirmou as teorias de Copérnico e elaborou uma série de enunciados referentes à mecânica celeste.
Galileu Galilei - inaugurador da ciência moderna e aprofundou as idéias de Copérnico, pressionado pela Igreja negou as suas idéias.
Crise do Renascimento
O Renascimento entra em decadência após a perda de prestígio econômico das cidades italianas, em decorrência das Grandes Navegações -que muda o eixo econômico do Mediterrâneo para o Atlântico; e da Contra-Reforma Católica que limitou a liberdade de expressão.
Renascimento Cultural
INTRODUÇÃORenascimento é o nome que se dá a um grande movimento de mudanças culturais, que atingiu as camadas urbanas da Europa Ocidental entre os séculos XIV e XVI, caracterizado pela retomada dos valores da cultura greco-romana, ou seja, da cultura clássica. Esse momento é considerado como um importante período de transição envolvendo as estruturas feudo capitalistas.
As bases desse movimento eram proporcionadas por uma corrente filosófica reinante, o humanismo, que descartava a escolástica medieval, até então predominante, e propunha o retorno às virtudes da antiguidade. Platão, Aristóteles, Virgílio, Sêneca e outros autores greco-romanos começam a ser traduzidos e rapidamente difundidos.
Platão
Os Valores
O movimento renascentista envolveu uma nova sociedade e portanto novas relações sociais em seu cotidiano. A vida urbana passou a implicar um novo comportamento, pois o trabalho, a diversão, o tipo de moradia, os encontros nas ruas, implicavam por si só um novo comportamento dos homens. Isso significa que o Renascimento não foi um movimento de alguns artistas, mas uma nova concepção de vida adotada por uma parcela da sociedade, e que será exaltada e difundida nas obras de arte.
Apesar de recuperar os valores da cultura clássica, o Renascimento não foi uma cópia, pois utilizava-se dos mesmos conceitos, porém aplicados de uma nova maneira à uma nova realidade. Assim como os gregos, os homens "modernos" valorizaram o antropocentrismo: "O homem é a medida de todas as coisas"; o entendimento do mundo passava a ser feito a partir da importância do ser humano, o trabalho, as guerras, as transformações, os amores, as contradições humanas tornaram-se objetos de preocupação, compreendidos como produto da ação do homem.
Uma outra característica marcante foi o racionalismo, isto é, a convicção de que tudo pode ser explicado pela razão do homem e pela ciência, a recusa em acreditar em qualquer coisa que não tenha sido provada; dessa maneira o experimentalismo, a ciência, conheceram grande desenvolvimento. O individualismo também foi um dos valores renascentistas e refletiu a emergência da burguesia e de novas relações de trabalho. A idéia de que cada um é responsável pela condução de sua vida, a possibilidade de fazer opções e de manifestar-se sobre diversos assuntos acentuaram gradualmente o individualismo. É importante percebermos que essa característica não implica o isolamento do homem, que continua a viver em sociedade, em relação direta com outros homens, mas na possibilidade que cada um tem de tomar decisões.
Foi acentuada a importância do estudo da natureza; o naturalismo aguçou o espírito de observação do homem. O hedonismo representou o "culto ao prazer", ou seja, a idéia de que o homem pode produzir o belo, pode gerar uma obra apenas pelo prazer que isso possa lhe proporcionar, rompendo com o pragmatismo.
O Universalismo foi uma das principais características do Renascimento e considera que o homem deve desenvolver todas as áreas do saber; podemos dizer que Leonardo da Vinci é o principal modelo de "homem universal", matemático, físico, pintor e escultor, estudou inclusive aspectos da biologia humana.
Canhão, invenção de Leonardo da Vinci
ITÁLIA: O Berço do Renascimento
Esse é uma expressão muito utilizada, apesar de a Itália ainda não existir como nação. A região italiana estava dividida e as cidades possuíam soberania. Na verdade o Renascimento desenvolveu-se em algumas cidades italianas, principalmente aqueles ligadas ao comércio.
Desde o século XIII, com a reabertura do Mediterrâneo, o comércio de várias cidades italianas com o oriente intensificou-se , possibilitando importantes transformações, como a formação de uma camada burguesa enriquecida e que necessitava de reconhecimento social. O comércio comandado pela burguesia foi responsável pelo desenvolvimento urbano, e nesse sentido, responsável por um novo modelo de vida, com novas relações sociais onde os homens encontram-se mais próximos uns dos outros. Dessa forma podemos dizer que a nova mentalidade da população urbana representa a essência dessas mudanças e possibilitará a Produção Renascentista.
Podemos considerar ainda como fatores que promoveram o renascimento italiano, a existência de diversas obras clássicas na região, assim como a influência dos "sábios bizantinos", homens oriundos principalmente de Constantinopla, conhecedores da língua grega e muitas vezes de obras clássicas.
Florença
A Produção Renascentista
É necessário fazer uma diferenciação entre a cultura renascentista; aquela caracterizada por um novo comportamento do homem da cidade, a partir de novas concepções de vida e de mundo, da Produção Renascentista, que representa as obras de artistas e intelectuais, que retrataram essa nova visão de mundo e são fundamentais para sua difusão e desenvolvimento. Essa diferenciação é importante para que não julguemos o Renascimento como um movimento de "alguns grandes homens", mas como um movimento que representa uma nova sociedade, urbana caracterizada pelos novos valores burguesas e ainda associada à valores cristãos.
O mecenato, prática comum na Roma antiga, foi fundamental para o desenvolvimento da produção intelectual e artística do renascimento. O Mecenas era considerado como "protetor", homem rico, era na prática quem dava as condições materiais para a produção das novas obras e nesse sentido pode ser considerado como o patrocinador, o financiador. O investimento do mecenas era recuperado com o prestígio social obtido, fato que contribuía com a divulgação das atividades de sua empresa ou instituição que representava. A maioria dos mecenas italianos eram elementos da burguesia, homens enriquecidos com o comércio e toda a produção vinculada à esse patrocínio foi considerada como Renascimento Civil.
Encontramos também o Papa e elementos da nobreza praticando o mecenato, sendo que o Papa Júlio II foi o principal exemplo do que denominou-se Renascimento Cortesão.
Moisés, obra de Michelangelo para o Papa Julio II
A Expansão do Renascimento
No decorrer do século XVI a cultura renascentista expandiu-se para outros países da Europa Ocidental e para que isso ocorresse contribuíram as guerras e invasões vividas pela Itália. As ocupações francesa e espanhola determinaram um conhecimento melhor sobre as obras renascentistas e a expansão em direção a outros países, cada um adaptando-o segundo suas peculiaridades, numa época de formação do absolutismo e de início do movimento de Reforma Religiosa.
O século XVI foi marcado pelas grandes navegações, num primeiro momento vinculadas ao comércio oriental e posteriormente à exploração da América. A navegação pelo Atlântico reforçaram o capitalismo de Portugal, Espanha e Holanda e em segundo plano da Inglaterra e França. Nesses "países atlânticos" desenvolveu-se então a burguesia e a mentalidade renascentista.
Esse movimento de difusão do Renascimento coincidiu com a decadência do Renascimento Italiano, motivado pela crise econômica das cidades, provocada pela perda do monopólio sobre o comércio de especiarias.
A mudança do eixo econômico do Mediterrâneo para o Atlântico determinou a decadência italiana e ao mesmo tempo impulsionou o desenvolvimento dos demais países, promovendo reflexos na produção cultural.
Miguel de Cervantes, representante do Renascimento espanhol
Outro fator fundamental para a crise do Renascimento italiano foi a Reforma Religiosa e principalmente a Contra Reforma. Toda a polêmica que desenvolveu-se pelo embate religioso fez com que a religião voltasse a ocupar o principal espaço da vida humana; além disso, a Igreja Católica desenvolveu um grande movimento de repressão, apoiado na publicação do INDEX e na retomada da Inquisição que atingiu todo indivíduo que de alguma forma de opusesse a Igreja. Como o movimento protestante nõ existiu na Itália, a repressão recaiu sobre os intelectuais e artistas do renascimento.
Renascimento Cultural europeu
Botticelli foi um dos grandes pintores do século XV, com destaque para a obra Nascimento de Vênus
O Renascimento Cultural foi um movimento laico (não eclesial), racional e científico ocorrido na Europa entre os séculos XIV e XVI, que influenciou profundamente o mundo ocidental desde então. Mas em que consistia este movimento e por que foi tão importante?
A
importância do Renascimento se deu principalmente pelo fato de ter sido
apresentado como uma ruptura com o mundo medieval que estava agonizando
na Europa, pautando suas características na cultura greco-romana da Antiguidade Clássica.
Dessa forma, o Renascimento foi uma ruptura com a Idade Média, mas que
dependeu do trabalho de muitos eruditos deste período para florescer,
devido ao trabalho de preservação e reprodução das obras dos pensadores
da Antiguidade.
Em contraste com a Idade Média, que produziu uma cultura profundamente religiosa, o Renascimento tinha como elemento central o Humanismo, que valorizava o ser humano, a criação privilegiada de Deus. Dessa forma, o Renascimento pregava o antropocentrismo,
que consistia em entender o universo tendo o homem como seu centro, e
não mais Deus, como pregado pelo teocentrismo medieval. Frente a esse
entendimento do mundo, o homem deveria usar sua razão para
conhecer a natureza e as demais coisas existentes. A razão seria ainda
um dom de Deus, que aproximava o homem dele através da criatividade e da
genialidade, assemelhando as capacidades de ambos, já que Deus criou o
homem, o homem poderia criar uma infinidade de coisas.
O
Renascimento se desenvolveu primeiramente em algumas cidades italianas,
propagando-se posteriormente para o resto da Europa, esse movimento se
desenvolveu em várias áreas do conhecimento. Na ciência, destacaram-se Nicolau Copérnico (1473-1543), Giordano Bruno (1548-1600) e Galileu Galilei (1564-1642) pelo desenvolvimento da teoria heliocêntrica,
cuja ideia se baseava na centralidade do Sol no universo. Essa ideia
era contrária a da igreja que acreditava desde a Antiguidade que a Terra
era o centro do universo. Essa concepção ilustrou o renascimento
científico, retirando a explicação do mundo e da natureza das mãos da
igreja, buscando explicações através de experimentos e do uso da razão.
Na arquitetura, destacou-se Filippo Brunelleschi,
que passou a utilizar o cálculo matemático como base de projetos de
construção, retomando aspectos arquitetônicos greco-romanos. Na área da política e da organização do Estado, temos Nicolau Maquiavel (1469-1527), que escreveu O Príncipe,
uma obra em que ele deu orientações de como um monarca deveria governar
para manter um poder forte e centralizado. O termo maquiavélico surgiu
do nome desse pensador, apesar de hoje se referir a um aspecto negativo.
Na Literatura, vários foram os escritores que se destacaram, como Dante Alighieri (1265-1321) com a obra A Divina Comédia, Erasmo de Roterdã (1466-1536) com o Elogio da Loucura, Rabelais com Gargantua e Pantagruel, William Shakespeare com muitas peças teatrais, dentre vários outros.
Mas a área da produção artística que mais enche os olhos dos observadores contemporâneos são as pinturas e as esculturas produzidas no período. Pode-se destacar Leonardo da Vinci, com uma grande variedade de atividades, sendo a principal obra a Monalisa. Tem-se ainda Sandro Botticelli, com a genial obra Nascimento de Vênus, em que mistura elementos pagãos e religiosos, nessa obra sua busca pela beleza alcançou o ponto máximo. Há ainda Michelangelo Buonarotti, que trabalhou como pintor e escultor, sobressaindo o teto que pintou na Capela Sistina, no Vaticano, e a escultura Pietá, em que Maria tem nos braços seu filho Jesus. Por fim, pode-se ainda falar de Piter Brueghel, que retratava temas do cotidiano da sociedade, incluindo festas populares e os homens do povo, como é possível ver na tela Dança dos Camponeses, de 1568.
O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização européia que se
desenvolveu entre 1300 e 1650. Além de reviver a antiga cultura
greco-romana, ocorreram nesse período muitos progressos e incontáveis
realizações no campo das artes, da literatura e das ciências, que
superaram a herança clássica. O ideal do humanismo foi sem duvida o
móvel desse progresso e tornou-se o próprio espírito do Renascimento.
Trata-se de uma volta deliberada, que propunha a ressurreição consciente
(o re-nascimento) do passado, considerado agora como fonte de
inspiração e modelo de civilização. Num sentido amplo, esse ideal pode
ser entendido como a valorização do homem (Humanismo) e da natureza, em
oposição ao divino e ao sobrenatural, conceitos que haviam impregnado a
cultura da Idade Média.
Características gerais:
* Racionalidade
* Dignidade do Ser Humano
* Rigor Científico
* Ideal Humanista
* Reutilização das artes greco-romana
Na Pintura:
Botticelli - os temas de seus quadros foram escolhidos segundo a possibilidade que lhe proporcionavam de expressar seu ideal de beleza. Para ele, a beleza estava associada ao ideal cristão. Por isso, as figuras humanas de seus quadros são belas porque manifestam a graça divina, e, ao mesmo tempo, melancólicas porque supõem que perderam esse dom de Deus.
Obras destacadas: A Primavera e O Nascimento de Vênus.
Leonardo da Vinci - ele dominou com sabedoria um jogo expressivo de luz e sombra, gerador de uma atmosfera que parte da realidade mas estimula a imaginação do observador. Foi possuidor de um espírito versátil que o tornou capaz de pesquisar e realizar trabalhos em diversos campos do conhecimento humano.
Obras destacadas: A Virgem dos Rochedos e Monalisa.
Michelângelo - entre 1508 e 1512 trabalhou na pintura do teto da Capela Sistina, no Vaticano. Para essa capela, concebeu e realizou grande número de cenas do Antigo Testamento. Dentre tantas que expressam a genialidade do artista, uma particularmente representativa é a criação do homem.
Obras destacadas: Teto da Capela Sistina e a Sagrada Família
Rafael - suas obras comunicam ao observador um sentimento de ordem e segurança, pois os elementos que compõem seus quadros são dispostos em espaços amplo, claros e de acordo com uma simetria equilibrada. Foi considerado grande pintor de “Madonas”.
Obras destacadas: A Escola de Atenas e Madona da Manhã.
Na Arquitetura:
Brunelleschi - é um exemplo de artista completo renascentista, pois foi pintor, escultor e arquiteto. Além de dominar conhecimentos de Matemática, Geometria e de ser grande conhecedor da poesia de Dante. Foi como construtor, porém, que realizou seus mais importantes trabalhos, entre eles a cúpula da catedral de Florença e a Capela Pazzi.
Na Escultura:
* Dürer
* Hans Holbein
* Bosch
* Bruegel
Características gerais:
* Racionalidade
* Dignidade do Ser Humano
* Rigor Científico
* Ideal Humanista
* Reutilização das artes greco-romana
Na Pintura:
Botticelli - os temas de seus quadros foram escolhidos segundo a possibilidade que lhe proporcionavam de expressar seu ideal de beleza. Para ele, a beleza estava associada ao ideal cristão. Por isso, as figuras humanas de seus quadros são belas porque manifestam a graça divina, e, ao mesmo tempo, melancólicas porque supõem que perderam esse dom de Deus.
Obras destacadas: A Primavera e O Nascimento de Vênus.
Leonardo da Vinci - ele dominou com sabedoria um jogo expressivo de luz e sombra, gerador de uma atmosfera que parte da realidade mas estimula a imaginação do observador. Foi possuidor de um espírito versátil que o tornou capaz de pesquisar e realizar trabalhos em diversos campos do conhecimento humano.
Obras destacadas: A Virgem dos Rochedos e Monalisa.
Michelângelo - entre 1508 e 1512 trabalhou na pintura do teto da Capela Sistina, no Vaticano. Para essa capela, concebeu e realizou grande número de cenas do Antigo Testamento. Dentre tantas que expressam a genialidade do artista, uma particularmente representativa é a criação do homem.
Obras destacadas: Teto da Capela Sistina e a Sagrada Família
Rafael - suas obras comunicam ao observador um sentimento de ordem e segurança, pois os elementos que compõem seus quadros são dispostos em espaços amplo, claros e de acordo com uma simetria equilibrada. Foi considerado grande pintor de “Madonas”.
Obras destacadas: A Escola de Atenas e Madona da Manhã.
Na Arquitetura:
Brunelleschi - é um exemplo de artista completo renascentista, pois foi pintor, escultor e arquiteto. Além de dominar conhecimentos de Matemática, Geometria e de ser grande conhecedor da poesia de Dante. Foi como construtor, porém, que realizou seus mais importantes trabalhos, entre eles a cúpula da catedral de Florença e a Capela Pazzi.
Na Escultura:
* Dürer
* Hans Holbein
* Bosch
* Bruegel
Artistas do Renascimento
Durante o século XIV ocorreu o Renascimento Cultural e Artístico nas cidades italianas, movimento inspirado na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma).
Os princípios racionais e matemáticos prevaleceram nas pinturas renascentistas.
A Europa no século XI passou pelo chamado renascimento comercial e urbano,
fato que levou a grandes transformações sociais e urbanas. A partir do
século XII, as cidades italianas, principalmente, iniciaram um lento e
prolongado processo de transformações culturais.
No século XIII ocorreu uma alteração na intuição e sensibilidade artística, fruto de uma revalorização cultural da Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Nesse período, valorizou-se o racionalismo (capacidade de reflexão do ser humano), o espírito crítico e o naturalismo (valorização da natureza). O renascimento cultural e artístico, ocorrido no século XVI, aconteceu primeiramente nas cidades italianas; posteriormente, o movimento alcançou várias partes do continente europeu.
O Renascimento modificou as formas de produção das artes. Na Idade Média valorizavam-se obras religiosas, geralmente abordadas em um plano (reto). Nas artes (pinturas e esculturas), os artistas do Renascimento basearam-se na observação do mundo e nos princípios matemáticos e racionais como: harmonia, equilíbrio e perspectiva (fundo). Os principais artistas renascentistas italianos foram Leonardo da Vinci (1452-1519), Michelangelo Buonarroti (1475-1564) e Rafael Sanzio (1483-1520).
Leonardo da Vinci não foi somente representante das artes plásticas (pintor e escultor), mas também estudou música, arquitetura, engenharia, foi inventor e filósofo. Suas obras de arte baseavam-se nas pinturas científicas a partir de minuciosas observações da natureza – essa abordagem científica está presente nas seguintes obras: “Última Ceia” (Santa Ceia) e “A Gioconda” (ou Monalisa).
Considerado o maior escultor renascentista italiano, Michelangelo praticou também a pintura e a arquitetura. Suas pinturas divergiram da grande maioria dos pintores renascentistas (temas da natureza), pois se pautou em temas religiosos, tanto que sua maior obra de arte foi a pintura na abóboda (forma arqueada de arquitetura) da Capela Sistina. Nela, o artista retratou a história bíblica do Gênesis e o Juízo Final.
Outro artista renascentista que ficou bastante conhecido na história foi Rafael Sanzio. Suas obras se destacaram pela pintura de diversas madonas (pinturas que representaram a mãe de Jesus) e quase todas as suas obras decoram atualmente salas do Vaticano (estado pontifício católico).
Na arquitetura, destacou-se Fillipo Brunelleschi (1377-1446). Suas principais obras foram o projeto da cúpula da Catedral de Santa Maria del Friore e o Palácio de Pitti, ambos em Florença.
Outro grande arquiteto renascentista foi o italiano Donato Bramante (1444-1514). Sua principal realização arquitetônica foi o plano para a reconstrução da Catedral de São Pedro no Vaticano. Nesse projeto, Bramante concebeu um edifício de planta no formato de uma cruz grega com uma grande cúpula sobre o cruzeiro. Com a morte do arquiteto, as obras tiveram uma modificação do plano inicial.
Por Leandro Carvalho
No século XIII ocorreu uma alteração na intuição e sensibilidade artística, fruto de uma revalorização cultural da Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Nesse período, valorizou-se o racionalismo (capacidade de reflexão do ser humano), o espírito crítico e o naturalismo (valorização da natureza). O renascimento cultural e artístico, ocorrido no século XVI, aconteceu primeiramente nas cidades italianas; posteriormente, o movimento alcançou várias partes do continente europeu.
O Renascimento modificou as formas de produção das artes. Na Idade Média valorizavam-se obras religiosas, geralmente abordadas em um plano (reto). Nas artes (pinturas e esculturas), os artistas do Renascimento basearam-se na observação do mundo e nos princípios matemáticos e racionais como: harmonia, equilíbrio e perspectiva (fundo). Os principais artistas renascentistas italianos foram Leonardo da Vinci (1452-1519), Michelangelo Buonarroti (1475-1564) e Rafael Sanzio (1483-1520).
Leonardo da Vinci não foi somente representante das artes plásticas (pintor e escultor), mas também estudou música, arquitetura, engenharia, foi inventor e filósofo. Suas obras de arte baseavam-se nas pinturas científicas a partir de minuciosas observações da natureza – essa abordagem científica está presente nas seguintes obras: “Última Ceia” (Santa Ceia) e “A Gioconda” (ou Monalisa).
Considerado o maior escultor renascentista italiano, Michelangelo praticou também a pintura e a arquitetura. Suas pinturas divergiram da grande maioria dos pintores renascentistas (temas da natureza), pois se pautou em temas religiosos, tanto que sua maior obra de arte foi a pintura na abóboda (forma arqueada de arquitetura) da Capela Sistina. Nela, o artista retratou a história bíblica do Gênesis e o Juízo Final.
Outro artista renascentista que ficou bastante conhecido na história foi Rafael Sanzio. Suas obras se destacaram pela pintura de diversas madonas (pinturas que representaram a mãe de Jesus) e quase todas as suas obras decoram atualmente salas do Vaticano (estado pontifício católico).
Na arquitetura, destacou-se Fillipo Brunelleschi (1377-1446). Suas principais obras foram o projeto da cúpula da Catedral de Santa Maria del Friore e o Palácio de Pitti, ambos em Florença.
Outro grande arquiteto renascentista foi o italiano Donato Bramante (1444-1514). Sua principal realização arquitetônica foi o plano para a reconstrução da Catedral de São Pedro no Vaticano. Nesse projeto, Bramante concebeu um edifício de planta no formato de uma cruz grega com uma grande cúpula sobre o cruzeiro. Com a morte do arquiteto, as obras tiveram uma modificação do plano inicial.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
IMPACTOS AMBIENTAIS 5º ANO
IMPACTOS
AMBIENTAIS
Impacto
ambiental é a alteração no meio ambiente por determinada ação
ou atividade. Atualmente o planeta Terra enfrenta fortes sinais de transição, o
homem está revendo seus conceitos sobre natureza. Esta conscientização da
humanidade está gerando novos paradigmas, determinando novos comportamentos e
exigindo novas providências na gestão de recursos do meio ambiente.
Um dos fatores mais preocupantes é o que diz respeito aos recursos hídricos. Problemas como a escassez e o uso indiscriminado da água estão sendo considerados como as questões mais graves do século XXI. É preciso que tomemos partido nesta luta contra os impactos ambientais, e para isso é importante sabermos alguns conceitos relacionados ao assunto.
Poluição é qualquer alteração físico-química ou biológica que venha a desequilibrar um ecossistema, e o agente causador desse problema é denominado de poluente.
Como já era previsto, os principais poluentes têm origem na atividade humana. A Indústria é a principal fonte, ela gera resíduos que podem ser eliminados de três formas:
Na água: essa opção de descarte de dejetos é mais barata e mais cômoda, infelizmente os resíduos são lançados geralmente em recursos hídricos utilizados como fonte de água para abastecimento público.
Na atmosfera: a eliminação de poluentes desta forma só é possível quando os resíduos estão no estado gasoso.
Em áreas isoladas: essas áreas são previamente escolhidas, em geral são aterros sanitários.
Classificação dos resíduos:
Resíduos tóxicos: são os mais perigosos e podem provocar a morte conforme a concentração, são rapidamente identificados por provocar diversas reações maléficas no organismo. Exemplos de geradores desses poluentes: indústrias produtoras de resíduos de cianetos, cromo, chumbo e fenóis.
Resíduos minerais: são relativamente estáveis, correspondem às substâncias químicas minerais, elas alteram as condições físico-químicas e biológicas do meio ambiente. Exemplos de indústrias: mineradoras, metalúrgicas, refinarias de petróleo.
Resíduos orgânicos: as principais fontes desses poluentes são os esgotos domésticos, os frigoríficos, laticínios, etc. Esses resíduos correspondem à matéria orgânica potencialmente ativa, que entra em decomposição ao ser lançada no meio ambiente.
Um dos fatores mais preocupantes é o que diz respeito aos recursos hídricos. Problemas como a escassez e o uso indiscriminado da água estão sendo considerados como as questões mais graves do século XXI. É preciso que tomemos partido nesta luta contra os impactos ambientais, e para isso é importante sabermos alguns conceitos relacionados ao assunto.
Poluição é qualquer alteração físico-química ou biológica que venha a desequilibrar um ecossistema, e o agente causador desse problema é denominado de poluente.
Como já era previsto, os principais poluentes têm origem na atividade humana. A Indústria é a principal fonte, ela gera resíduos que podem ser eliminados de três formas:
Na água: essa opção de descarte de dejetos é mais barata e mais cômoda, infelizmente os resíduos são lançados geralmente em recursos hídricos utilizados como fonte de água para abastecimento público.
Na atmosfera: a eliminação de poluentes desta forma só é possível quando os resíduos estão no estado gasoso.
Em áreas isoladas: essas áreas são previamente escolhidas, em geral são aterros sanitários.
Classificação dos resíduos:
Resíduos tóxicos: são os mais perigosos e podem provocar a morte conforme a concentração, são rapidamente identificados por provocar diversas reações maléficas no organismo. Exemplos de geradores desses poluentes: indústrias produtoras de resíduos de cianetos, cromo, chumbo e fenóis.
Resíduos minerais: são relativamente estáveis, correspondem às substâncias químicas minerais, elas alteram as condições físico-químicas e biológicas do meio ambiente. Exemplos de indústrias: mineradoras, metalúrgicas, refinarias de petróleo.
Resíduos orgânicos: as principais fontes desses poluentes são os esgotos domésticos, os frigoríficos, laticínios, etc. Esses resíduos correspondem à matéria orgânica potencialmente ativa, que entra em decomposição ao ser lançada no meio ambiente.
Resíduos
mistos: possuem características químicas associadas às de
natureza biológica. As indústrias têxteis, lavanderias, indústrias de papel e
borracha, são responsáveis por esse tipo de resíduo lançado na natureza.
Resíduos atômicos: esse tipo de poluente contém isótopos radioativos, é um lixo atômico capaz de emitir radiações ionizantes e altamente nocivas à saúde humana.
Resíduos atômicos: esse tipo de poluente contém isótopos radioativos, é um lixo atômico capaz de emitir radiações ionizantes e altamente nocivas à saúde humana.
O impacto ambiental é um desequilíbrio provocado pelo
choque da relação do homem com o meio ambiente, surgiu a partir da evolução humana, ou seja, no
momento em que o homem começou a evoluir em seu modo de vida. Nos
primórdios da humanidade o homem mantinha uma relação de submissão com o meio
ambiente.
Com o passar do tempo o homem
descobriu o fogo, mas o impacto gerado por este era irrelevante para a
natureza, depois passaram a cultivar alimentos e criar animais, com isso o
impacto ambiental começou a aumentar gradativamente. Pois para plantar e para o
gado pastar era necessário derrubar árvores de determinados lugares, além do
mais, a madeira derrubada servia para construir abrigos mais confortáveis e
obtenção de lenha. A partir desse momento, começou a se tornar mais visível os
impactos ambientais causados pelo homem como, por exemplo, a alteração em
certas cadeias alimentares.
Alguns impactos ambientais:
• Diminuição da biodiversidade;
• Erosão;
• Inversão térmica;
• Ilha de calor;
• Efeito Estufa;
• Destruição da camada de ozônio;
• As chuvas Ácidas;
• Mudanças climáticas, etc.
O que fazer para diminuir os impactos ambientais:
• Reflorestar as áreas desmatadas;
• Criar um processo de despoluição dos nossos rios, córregos, etc.
• A aplicação do desenvolvimento sustentável;
• Uso consciente dos recursos naturais;
• Evitar qualquer tipo de poluição.
• Conscientizar as gerações futuras sobre a preservação ambiental;
• Criar lei que garantam essa preservação, etc.
Alguns impactos ambientais:
• Diminuição da biodiversidade;
• Erosão;
• Inversão térmica;
• Ilha de calor;
• Efeito Estufa;
• Destruição da camada de ozônio;
• As chuvas Ácidas;
• Mudanças climáticas, etc.
O que fazer para diminuir os impactos ambientais:
• Reflorestar as áreas desmatadas;
• Criar um processo de despoluição dos nossos rios, córregos, etc.
• A aplicação do desenvolvimento sustentável;
• Uso consciente dos recursos naturais;
• Evitar qualquer tipo de poluição.
• Conscientizar as gerações futuras sobre a preservação ambiental;
• Criar lei que garantam essa preservação, etc.
SANTA CATARINA -
TRAGÉDIA OU IMPACTO AMBIENTAL?
Santa Catarina: tragédia ou impacto ambiental?
Vendo as trágicas cenas de Santa Catarina nos noticiários, me pergunto se poderíamos ter evitado tais cenas?
Ultimamente estamos tão preocupados com o progresso que nos esquecemos da mãe natureza; destruindo matas, derrubando arvores, cimentando a terra, poluindo rios e nascentes e ao mesmo tempo desperdiçando água irresponsavelmente, sem a consciência de que tudo que estamos provocando ao meio ambiente com a degradação na natureza em prol do tal progresso vai custar caro para nos mesmos! pagaremos caro!
E com certeza o “troco” da mãe natureza não vai sair barato ao ser humano que ocupa o seu solo.
O volume d’água que desabou nos últimos quatro meses criou uma situação extremamente favorável aos desmoronamentos e avalanches de barro e lama que mataram, até este momento, 101 pessoas deixando mais de 78 mil desabrigados. E a fúria da natureza não distinguiu os pobres dos ricos, pois cidades turísticas, ricas e famosas como Camboriú e Blumenau foram tão atingidas quanto os locais mais pobres.
O governo de Santa Catarina assinou decreto de situação de calamidade pública em varias cidades do Estado: Benedito Novo, Blumenau, Brusque, Camboriú, Gaspar, Ilhota, Itajaí, Itapoá, Luis Alves, Nova Trento, Rio dos Cedros, Rodeio, Anitápolis, Araranguá, Antônio Carlos, Balneário de Piçarras, Bom Jardim da Serra, Botuverá, Canelinha, Canoinhas, Chapadão do Lageado, Garuva, Governador Celso Ramos, Gravatal, Guabiruba, Imbuia, Indaial, Jaborá, Lauro Müller, Major Gercino, Orleans, Paulo Lopes, Penha, Pomerode, Porto Belo, Presidente Getúlio, Rancho Queimado, São Bonifácio, São João Batista, São Martinho, São Pedro de Alcântara, Schroeder, Tubarão, Urupema.
Então, com todo respeito, as agressões à mãe Gaia têm a ver com uma conjugação de outros elementos, a ação predatória do “bicho” homem e dos donos do capital.Aquela montanha de carros zerados no pátio das grandes montadoras americanas não é apenas uma imagem da chamada crise financeira mundial.
Trata-se de um retrato de uma sociedade pós-industrial irracional e predatória, ungida no altar do fundamentalismo de mercado, em se pensando os recursos naturais disponíveis à vida humana.
Uma hora a natureza “cobra conta” e muita gente inocente acaba pagando injustamente.
Tangidas pelo modelo social excludente, centenas de famílias moram dependuradas nas encostas dos morros e áreas de risco, na maioria dos casos por absoluta falta de condição sócio-econômica.
Em Jaraguá do Sul (90 mil habitantes) casas de alto padrão estão sendo abandonadas, com todos os bens dentro, na mesma condição dos humildes barracos. Onze pessoas morreram e centenas perderam suas casas, entre sábado e hoje.
Neste macro contexto, as questões relacionadas com o aquecimento do planeta devem, certamente, ter um determinado impacto sobre a tragédia catarinense. Contudo, meu senso comum é incapaz de precisar e quantificar. Desconfio das explicações mistificadas e/ou de via única como esta apresentada no periódico argentino.
Em meio ao caos, destruição, tristeza e mortes, impressionam os gestos solidários que brotam de todos os lados, nas regiões atingidas brutalmente pelas águas de novembro.
Em muitas cidades, galera, o cenário é de um verdadeiro tsunami.
Vendo as trágicas cenas de Santa Catarina nos noticiários, me pergunto se poderíamos ter evitado tais cenas?
Ultimamente estamos tão preocupados com o progresso que nos esquecemos da mãe natureza; destruindo matas, derrubando arvores, cimentando a terra, poluindo rios e nascentes e ao mesmo tempo desperdiçando água irresponsavelmente, sem a consciência de que tudo que estamos provocando ao meio ambiente com a degradação na natureza em prol do tal progresso vai custar caro para nos mesmos! pagaremos caro!
E com certeza o “troco” da mãe natureza não vai sair barato ao ser humano que ocupa o seu solo.
O volume d’água que desabou nos últimos quatro meses criou uma situação extremamente favorável aos desmoronamentos e avalanches de barro e lama que mataram, até este momento, 101 pessoas deixando mais de 78 mil desabrigados. E a fúria da natureza não distinguiu os pobres dos ricos, pois cidades turísticas, ricas e famosas como Camboriú e Blumenau foram tão atingidas quanto os locais mais pobres.
O governo de Santa Catarina assinou decreto de situação de calamidade pública em varias cidades do Estado: Benedito Novo, Blumenau, Brusque, Camboriú, Gaspar, Ilhota, Itajaí, Itapoá, Luis Alves, Nova Trento, Rio dos Cedros, Rodeio, Anitápolis, Araranguá, Antônio Carlos, Balneário de Piçarras, Bom Jardim da Serra, Botuverá, Canelinha, Canoinhas, Chapadão do Lageado, Garuva, Governador Celso Ramos, Gravatal, Guabiruba, Imbuia, Indaial, Jaborá, Lauro Müller, Major Gercino, Orleans, Paulo Lopes, Penha, Pomerode, Porto Belo, Presidente Getúlio, Rancho Queimado, São Bonifácio, São João Batista, São Martinho, São Pedro de Alcântara, Schroeder, Tubarão, Urupema.
Então, com todo respeito, as agressões à mãe Gaia têm a ver com uma conjugação de outros elementos, a ação predatória do “bicho” homem e dos donos do capital.Aquela montanha de carros zerados no pátio das grandes montadoras americanas não é apenas uma imagem da chamada crise financeira mundial.
Trata-se de um retrato de uma sociedade pós-industrial irracional e predatória, ungida no altar do fundamentalismo de mercado, em se pensando os recursos naturais disponíveis à vida humana.
Uma hora a natureza “cobra conta” e muita gente inocente acaba pagando injustamente.
Tangidas pelo modelo social excludente, centenas de famílias moram dependuradas nas encostas dos morros e áreas de risco, na maioria dos casos por absoluta falta de condição sócio-econômica.
Em Jaraguá do Sul (90 mil habitantes) casas de alto padrão estão sendo abandonadas, com todos os bens dentro, na mesma condição dos humildes barracos. Onze pessoas morreram e centenas perderam suas casas, entre sábado e hoje.
Neste macro contexto, as questões relacionadas com o aquecimento do planeta devem, certamente, ter um determinado impacto sobre a tragédia catarinense. Contudo, meu senso comum é incapaz de precisar e quantificar. Desconfio das explicações mistificadas e/ou de via única como esta apresentada no periódico argentino.
Em meio ao caos, destruição, tristeza e mortes, impressionam os gestos solidários que brotam de todos os lados, nas regiões atingidas brutalmente pelas águas de novembro.
Em muitas cidades, galera, o cenário é de um verdadeiro tsunami.
Patrimônio natural do oeste de Santa
Catarina e impactos ambientais
O
estado de Santa Catarina é um território privilegiado em
recursos naturais, beleza cênica e diversidade étnico-cultural. Suas paisagens naturais são variadas, e encontram-se distribuídas por várias regiões fitogeográficas. Seus rios distribuem-se generosamente por todo o estado, formando 10 regiões hidrográficas distribuídas por duas grandes vertentes, do Interior e Atlântica, divididas pelas Serra Geral e do Mar, que constituem o grande divisor de águas no estado. E no subsolo encontra-se o Aquífero Guarani, que se estende
pelos territórios do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do território dos nossos vizinhos Argentina, Paraguai e Uruguai. O Aquífero Guarani é um dos principais reservatórios de água potável do planeta, abrange cerca de 1,2 milhões de quilômetros quadrados e, em sua área vivem cerca de 29,9 milhões de pessoas.
recursos naturais, beleza cênica e diversidade étnico-cultural. Suas paisagens naturais são variadas, e encontram-se distribuídas por várias regiões fitogeográficas. Seus rios distribuem-se generosamente por todo o estado, formando 10 regiões hidrográficas distribuídas por duas grandes vertentes, do Interior e Atlântica, divididas pelas Serra Geral e do Mar, que constituem o grande divisor de águas no estado. E no subsolo encontra-se o Aquífero Guarani, que se estende
pelos territórios do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do território dos nossos vizinhos Argentina, Paraguai e Uruguai. O Aquífero Guarani é um dos principais reservatórios de água potável do planeta, abrange cerca de 1,2 milhões de quilômetros quadrados e, em sua área vivem cerca de 29,9 milhões de pessoas.
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